As obras de requalificação nos trechos de orla de Stella Maris e Ipitanga, em andamento, foram vistoriadas pelo prefeito Bruno Reis e pelo titular da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), Fábio Mota, dentre outros gestores, nesta quinta-feira (27). A intervenção engloba ao todo 4,7 km de extensão e 400 mil m² de área, incluindo faixa de orla marítima e ruas de acesso às praias. Nos trechos 1 (Stella) e 3 (Ipitanga), o projeto está em fase de acabamento dos pavimentos, com 80% de conclusão.
Estão sendo implantados nestes locais equipamentos urbanos, assim como sistema de irrigação, iluminação e descidas de acesso à praia. Os serviços da nova rede de drenagem já foram executados, assim como a pavimentação em asfalto, passeios e pavimentação em piso intertravado da Rua Renato Berbert de Castro.
Em setembro do ano passado, a obra promoveu uma repaginação em seis vias de Stella Maris, que precisavam de pavimentação. Foram beneficiadas a Alameda Solar dos Mares e as ruas Romano Galeffi, Fia Luna, Rio da Prata, Poeta Bráulio e Felipe Thiago Gomes.
Projeto – Sob a coordenação da Secult e projeto elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), a requalificação de Stella Maris a Ipitanga tem investimento total de cerca de R$40 milhões. A ação prevê a mínima interferência na morfologia natural da área, e a intenção é garantir a acessibilidade às áreas públicas e às praias, além do respeito ao meio ambiente, a exemplo da manutenção do cordão de dunas e a recomposição e manutenção da cobertura de restinga.
As intervenções estão divididas em três trechos. O primeiro, de Stella Maris, conta com 1.130 metros e é localizado entre a rua Carlos Ott e o início do loteamento Praias do Flamengo. O segundo, com 2.085 metros, fica entre o Loteamento até a Alameda Cabo Frio. E o terceiro, de Ipitanga, tem 1,6 mil metros e é compreendido entre a Alameda Cabo Frio até a Rua Santo Antônio de Ipitanga.
As obras envolvem urbanização, infraestrutura urbana, iluminação pública e equipamentos urbanos, requalificação ambiental e tratamento paisagístico ao longo da área de intervenção. Estão sendo construídos bolsões de estacionamento de veículos, quadras de futebol, de vôlei e poliesportiva, pistas de patins e de skate, espaços de convivência, espaço para ioga, parques infantis, centro de apoio ao surfista e quiosques.
A população também contará com ciclovias segregadas para bicicletas, vias exclusivas de veículos e passeios para pedestres, além de trechos compartilhados e trilhas. Todas as intervenções que serão realizadas ao longo das praias estão fora da linha impeditiva e em consonância com a legislação municipal, estadual e federal, com a anuência da Superintendência do Patrimônio da União (SPU).
Foto: Betto Jr./ SECOM
Cento e quinze alunos participantes do projeto AfroEstima Salvador receberam, nesta segunda-feira (17), os certificados de conclusão das atividades e cursos ofertados no primeiro ciclo da iniciativa, ocorrido entre agosto e dezembro de 2021. A cerimônia ocorreu no Teatro Gregório de Mattos, no Centro, e contou com a presença do prefeito Bruno Reis, além dos titulares das secretarias de Cultura e Turismo (Secult), Fábio Mota, e Reparação (Semur), Ivete Sacramento.
Criado com o intuito de fortalecer a atividade do turismo sustentável, com ênfase na cultura local e na população negra, o AfroEstima integra o Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro (TEA). As atividades, realizadas através da plataforma gratuita de capacitação e de mentorias para afroempreendedores organizada por Trilhas de Aprendizagem, envolveram 13 disciplinas, algumas definidas como técnicas, a exemplos de Marketing Digital, Gestão de Negócios e Empreendedorismo, além de temas considerados sociais como História, Cultura afro-brasileira e da diáspora e Liderança com foco na juventude negra.
O prefeito destacou o fato de Salvador nunca ter lançado mão de maneira empreendedora do fato de ser a capital mais negra do Brasil. “Queremos atrair turistas e visitantes em busca da cultura, gastronomia, arquivo histórico e religioso e também da cultura afrobrasileira na Bahia, para que tenham a oportunidade de viver no berço de tanta cultura e tradição que tanto influenciou o baiano. E há muita gente ao redor do mundo interessada em conhecer este movimento diferenciado e rico como o nosso”.
Bruno Reis lembrou ainda da importância de fornecer meios de ação para o empreendedorismo étnico na capital baiana. “Só é possível combater as desigualdades investindo e oferecendo oportunidades. E o turismo étnico-afro é parte dessa estratégia. Estamos desenvolvendo diversas ações e contando com investimentos para fazer a cidade avançar”, salientou.
No primeiro ciclo, as aulas do projeto tiveram disponibilizados conteúdos on-line e presencial nas localidades de Itapuã e Pelourinho. Em março, começam as aulas dos ciclos 2 e 3, estendendo-se para o Centro Histórico, Itapuã, Rio Vermelho e ilhas municipais.
A meta do projeto é capacitar no mínimo 1 mil afroempreendedores. O público-alvo é baianas, turbanteiras, trançadeiras, capoeiristas, artistas, designers e artesãos, griôs, em blocos afro e afoxés, terreiros, feirantes e ambulantes, produtores culturais, guias de turismo e em meios de hospedagem e agências, dentre todos os outros que compõem e fortalecem a cadeia do Turismo Étnico Afro da cidade. As inscrições estarão abertas, em breve, no site www. afroestimasalvador. com. br.
A baiana de acarajé Lindinalva Freitas, 62 anos, esteve entre os 100 alunos certificados. Ela conta que, embora esteja há duas décadas no ofício, pôde usufruir de novos aprendizados para pôr em prática no dia a dia e melhorar os serviços ofertados.
“Nunca houve uma atenção e uma iniciativa assim, com olhar delicado, para o empreendedorismo da cidade. Aprendi muita coisa, desde noções de atendimento ao cliente, marketing digital, gestão de negócios. Não tinha esses conhecimentos, nem coragem e estímulo para adquiri-los. Mas cursos ofertados pelo AfroEstima foram nota 10”, pontuou a quituteira, que trabalha na Avenida Centenário.
Para a designer de moda afro Josenice Salomão de Jesus, 52 anos, o projeto também foi uma oportunidade de ampliar a rede de contatos e de parceiros. “A capacitação foi muito boa não só para mim como para outros empreendedores que não sabiam mexer nas plataformas digitais e nem como se locomover diante desse novo cenário imposto pela pandemia. Hoje, vejo muitos colegas criando conteúdos digitais, propagandas no Canva e até sabendo como precificar corretamente seus produtos. Tudo isso também eleva nossa autoestima”, afirmou.
Titular da Semur, a secretária Ivete Sacramento ressalta a importância da iniciativa e convida empreendedores e futuros empresários a aderirem ao projeto. “Essa é uma iniciativa inédita do turismo voltada para pessoas afrodescendentes. Então, é preciso conclamar toda a comunidade afrodescendente para aproveitar esta oportunidade que a Prefeitura está oferecendo aos negros. É uma ação construída por negros e para negros. Estamos à disposição para acolhê-los”, destaca.
Execução – As ações do Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro começaram a sair do papel em julho do ano passado, em um trabalho coordenado pelo Prodetur Salvador, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e Secretaria Municipal de Reparação (Semur), com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
“Nosso objetivo é transformar Salvador na grande capital afro do Brasil e das Américas, com capacitação e toda estrutura para divulgação e promoção deste destino para o Brasil e para o exterior. Vamos capacitar o trade baiano e brasileiro, para sermos o centro deste produto no Brasil e em todo o mundo”, explicou o secretário de Turismo, Fábio Mota.
Além do AfroEstima Salvador, foi lançado o projeto AfroBiz Salvador, um hub digital que conecta a indústria criativa afro da cidade a consumidores e investidores. Ela funciona como uma vitrine de negócio, aumentando a visibilidade de afroempreendedores e colaborando para a ideia de uma cadeia produtiva unificada.
O cadastro na plataforma (www. afrobizsalvador. com. br) é gratuito. A estimativa é de que, até a primeira metade de 2022, 2,5 mil negócios já deverão estar cadastrados no AfroBiz. Além da plataforma, que funciona como um marketplace de afroempreendedores, a ação prevê a realização de três rodadas de negócios (duas nacionais e uma internacional) para quem estiver cadastrado na plataforma e com negócio já em estágio maduro para participar.
A primeira rodada de negócios nacional acontecerá no dia 9 de março, contemplando 100 afroempreendedores que estarão em contato com um mínimo de 20 potenciais compradores de seus produtos e serviços. Ainda este mês, este grupo passará por uma oficina de treinamento para a primeira rodada, onde aprenderão técnicas para apresentar seus produtos, negociação, dentre outros conteúdos que fortaleçam sua participação no evento.
Mais ações – Até o final de 2022, outras três importantes ações estarão em execução: o Salvador Capital Afro, grande movimento de projeção da cidade como destino afro das Américas, que se constitui em atos de políticas públicas, econômicos, educacionais e culturais, visando posicionar Salvador como um dos principais destinos de cultura afro do mundo, atraindo os olhares para a cidade; o Guia Black, ação que visa a organizar rotas turísticas interessantes na temática afro; e Baiana Legal, cujo objetivo é fortalecer o ofício das baianas de acarajé, mingau e receptivo através do fornecimento de equipamentos e indumentárias para seus pontos de venda.
No final de 2021, a Prefeitura realizou o primeiro censo das baianas, um grande mapeamento das profissionais e da atividade, organizando informações sobre sua atuação, necessidades e desafios, a fim de facilitar a criação de políticas públicas que busquem valorizar e fortalecê-las. Os resultados do levantamento serão divulgados até fevereiro.
Participação – A construção do Plano de Ação para o Turismo Étnico-Afro de Salvador contou com uma metodologia participativa que envolveu mais de 600 pessoas, entre profissionais do turismo afro.
O plano apontou quatro necessidades fundamentais para se alcançar o objetivo desejado: fortalecer o grupo de afroempreendedores numa cadeia de valor unida e articulada; melhorar o nível de formação técnica e de gestão entre esses empreendedores; projetar a cidade como destino afro atrativo, autêntico e único nas Américas; e mapear e criar roteiros e experiências turísticas afrocentradas.
Foto: Betto Jr./ SECOM
O Capacita Salvador divulga mais uma lista de profissionais certificados pelo programa. São centenas de pessoas aptas para trabalhar em áreas de hospitalidade/atendimento ao cliente, caixa, manipulação segura de alimentos, garçom polivalente, recepcionista, Commis e camareira. A lista também traz profissionais que aprenderam habilidades em cálculos matemáticos/planejamento financeiro, primeiros socorros, trabalho em equipe e leitura e escrita, e estão prontos para serem contratados para o seu negócio.
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Caso sua empresa tenha interesse em conhecê-los para uma oportunidade de trabalho, solicitamos que envie um e-mail para capacita.salvador@salvador.ba.gov.br, que retornaremos com os dados completos do profissional.
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O Capacita Salvador é mais uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador – SECULT realizada pelo Prodetur Salvador para aperfeiçoar profissionais e fomentar a excelência dos serviços prestados ao Turista, além de promover a transformação social dos capacitados.
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Para acessar a lista, clique aqui: https://bit.ly/3KaVLwT
As intervenções, situadas em Stella Maris foram entregues pelo prefeito Bruno Reis, acompanhado da vice-prefeita e secretária de Governo (Segov), Ana Paula Matos, e do secretário municipal de Cultura e Turismo (Secult), Fábio Mota, nesta quarta-feira (8). As obras de requalificação realizadas pela Prefeitura no trecho de orla de Stella Maris, Praia do Flamengo e Ipitanga avançam e já promoveram uma repaginação em seis vias: Alameda Solar dos Mares e ruas Romano Galef, Fia Luna, Rio da Prata, Poeta Bráulio e Felipe Thiago Gomes.
As melhorias em 1km no total englobaram piso intertravado na Rua Poeta Braúlio e pavimentação asfáltica nas demais, passeio com acessibilidade, drenagem e paisagismo. O investimento foi de R$2,4 milhões, com parte dos recursos oriundos do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo em Salvador (Prodetur).
O prefeito Bruno Reis ressaltou que as vias foram incluídas no projeto de requalificação da orla, já que estão localizadas próximas ao trecho original do projeto e não possuíam pavimentação, com os moradores sofrendo com poeira, lama e falta de drenagem. O gestor salientou, ainda, a importância da revitalização de toda a orla para Salvador.
“É mais um expressivo trecho de orla que está sendo requalificado na cidade. Dos 64km recuperamos algo em torno de 50 km. Há trechos em fase de elaboração de projeto, como Boca do Rio e Piatã. Outros estão com obras em andamento, a exemplo da terceira etapa de Itapuã. Nosso compromisso é, até o final de 2024, entregar toda a orla de Salvador requalificada”, afirmou Bruno Reis.
Morador da Rua Rio da Prata, o empresário Antônio Barros, 62 anos, elogiou a obra. “As avenidas foram muito bem feitas, não causou tanto transtorno aos moradores durante a construção. Essa obra havia sido prometida há muitos anos. No contexto geral foi excelente”, ressaltou.
Andamento
O titular da Secult relatou que, atualmente, as obras de requalificação de Stella Maris a Ipitanga estão 26% concluídas e possuem três frentes de trabalho. Uma delas atua em Ipitanga, com a instalação de piso intertravado, iluminação e contenção de encosta. Outros dois grupos estão trabalhando em Stella Maris, sendo um na construção de uma praça que terá, dentre outros atrativos, duas quadras, pista de skate e viveiro para aves, e outra equipe está envolvida com a pavimentação da rua principal, instalação de quiosques e reurbanização do trecho.
“Esta é uma obra importante para Salvador, por serem praias bastante frequentadas pelos soteropolitanos e turistas e consideradas dentre as mais bonitas da cidade. A requalificação da orla pretende fazer com que Salvador retome a posição como um dos principais destinos turísticos de sol e mar no país”, afirmou Mota.
Vistoria
O prefeito também aproveitou a ocasião para vistoriar outros pontos da requalificação da orla de Stella Maris/Praia do Flamengo/Ipitanga em obras. As intervenções envolvem terraplenagem, pavimentação, piso intertravado, meio-fio, passeios, ciclovias, quiosques de coco e acarajé e espaços de convivência.
Projeto
Sob a coordenação da Secult e projeto elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), a requalificação de Stella Maris a Ipitanga tem investimento total de cerca de R$40 milhões. A ação prevê a mínima interferência na morfologia natural da área, e a intenção é garantir a acessibilidade às áreas públicas e às praias, além do respeito ao meio ambiente, a exemplo da manutenção do cordão de dunas e a recomposição e manutenção da cobertura de restinga.
As intervenções estão divididas em três trechos. O primeiro, de Stella Maris, conta com 1.130 metros e é localizado entre a rua Carlos Ott e o início do loteamento Praias do Flamengo. O segundo, com 2.085 metros, fica entre o Loteamento até a Alameda Cabo Frio. E o terceiro, de Ipitanga, tem 1.600 metros e é compreendido entre a Alameda Cabo Frio até a Rua Santo Antônio de Ipitanga.
As obras envolvem urbanização, infraestrutura urbana, iluminação pública e equipamentos urbanos, requalificação ambiental e tratamento paisagístico ao longo da área de intervenção. Estão sendo construídos bolsões de estacionamento de veículos, quadras de futebol, de vôlei e poliesportiva, pistas de patins e de skate, espaços de convivência, espaço para ioga, parques infantis, centro de apoio ao surfista, sanitários públicos, quiosques e módulos de apoio aos salva-vidas, dentre outros itens.
A população também contará com ciclovias segregadas para bicicletas, vias exclusivas de veículos e passeios para pedestres, além de trechos compartilhados e trilhas. Todas as intervenções que serão realizadas ao longo das praias estão fora da linha impeditiva e em consonância com a legislação municipal, estadual e federal, com a anuência da Superintendência do Patrimônio da União (SPU).
Foto: SECOM Salvador
As aulas do projeto Afroestima Salvador, plano educacional gratuito, voltado ao turismo étnico-afro, tiveram início nesta semana. A iniciativa integra um dos eixos do Plano para o Desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro municipal e visa fortalecer o afroempreendedorismo, fomentar a inovação e valorizar a cultura da capital. O programa é desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), por meio do Prodetur.
A guia de turismo Vera Cristina Andrade está participando das atividades do Afroestima, realizadas no Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho. Ela destacou que os conteúdos abordados no curso estão mudando seu olhar sobre a cidade e vão elevar a qualidade do serviço que oferta ao visitante da capital baiana. “Estou ensinando e conhecendo a experiência do outro. Não conhecia o turismo étnico. As aulas têm sido fantásticas”, descreveu.
Para o historiador e educador do projeto, Murilo Fiscina Simões, o curso traz um aspecto formador importante para os profissionais. A proposta é que os alunos reflitam sobre a ancestralidade e desenvolvam juntos saberes, unindo as diversas bagagens que cada um trouxer para a sala de aula.
“Estamos exercitando para que, no final do ciclo, o processo de aprendizado não se feche. O conhecimento vai continuar sendo construído por eles, atuando como agentes multiplicadores. Mais importante que aquilo que os alunos vão levar daqui, é como vão transmitir esses saberes para aqueles que estão no setor turístico”, pontuou.
Impacto – Baiana de receptivo e artesã, Shirlei Souza ingressou no Afroestima com o intuito de expandir seus conhecimentos sobre o comportamento do consumidor, como forma de ofertar um diferencial no seu serviço. A artesã também está participando da atividade no núcleo do Pelourinho.
“Eu já trabalho na rota do turismo e me sento agraciada em poder sair daqui com mais conhecimento. Gostei muito da dinâmica usada pelo professor, porque nos mostrou que é preciso ter mais empatia”, afirmou.
Atenta às oportunidades, Shirlei expôs algumas das peças de bijuteria que ela produz, na plataforma do AfroBiz. Através do marketplace (www.afrobizsalvador.com.br) da Prefeitura é possível fazer a divulgação e mapeamento de produtos e serviços, disponíveis a investidores e consumidores do Brasil e do mundo.
Capacitação – Por meio do Afroestima serão ofertados 13 módulos de capacitação, divididos em trilhas de aprendizagem. Os encontros estão ocorrendo nos formatos on-line e presencial, com ações previstas para acontecer nas regiões do Centro Antigo, Rio Vermelho, Itapuã/Orla Norte e ilhas de Maré, Bom Jesus dos Passos e Frades.
Ao todo serão quatro meses de formação. No dia 9 deste mês, o grupo do Pelourinho terá uma palestra sobre saúde da população negra. No dia seguinte (10), a temática da palestra será “Afroempreendedorismo – para além do turbante e do tabuleiro”.
O titular da Secult, Fábio Mota, afirmou que o programa é essencial para que os profissionais possam explorar o segmento turístico de forma assertiva. “Para que Salvador tenha competitividade e esteja apta a receber bem o turista, é preciso capacitar e profissionalizar, para depois entrar no segmento”, reforçou.
Foto: Jefferson Peixoto/ SECOM
Salvador será a primeira cidade do país a receber um centro de interpretação do patrimônio, que será batizado com o nome de Casa das Histórias. A proposta contará com metodologia participativa e apoio de equipe multidisciplinar integrada por historiadores, antropólogos, geógrafos, arquitetos, urbanistas, sociólogos e artistas. O projeto, de acordo com informações obtidas pelo Alô Alô Bahia, será comandado pelo prestigiado curador Marcello Dantas (que já realizou mais de 250 exposições e concebeu 15 museus, além de diversos documentários), em parceria com Rejane Mirra e Sheila Arandas.
Em breve, inclusive, o trio promoverá um seminário online onde apresentará detalhes e convidará profissionais da cidade a participarem e opinarem sobre o conteúdo que integrará o equipamento. O centro de interpretação é fruto de um consórcio formado pelas empresas Magnetoscópio, Cria Rumo Consultoria e Arandas Marketing, e irá funcionar no Arquivo Público de Salvador te tem previsão de inauguração em fevereiro de 2022, na Rua da Bélgica, no Comércio.
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Entendendo que a qualidade da prestação de serviços em turismo está diretamente vinculada à qualidade da força de trabalho empregada nesta área, a Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador – SECULT desenvolveu o Programa CAPACITA Salvador, destinado a capacitar as pessoas que potencialmente podem atuar no setor de turismo de nossa cidade.
Nesse processo de capacitação, os participantes são avaliados e, aqueles que demonstrem ter absorvido de forma satisfatória o conteúdo da ocupação, competência ou habilidade e, portanto, aptos a praticá-las, são CERTIFICADOS.
A relação desses profissionais encontra-se disponível aos empregadores logo abaixo. Caso haja interesse em conhecê-los para uma oportunidade de trabalho, solicitamos que envie um e-mail para capacita.salvador@salvador.ba.gov.br; retornaremos com os dados completos do profissional.
A Prefeitura Municipal de Salvador, através da Secretaria de Cultura e Turismo – SECULT, espera que, dessa forma, possa contribuir de forma efetiva e continua com o aperfeiçoamento dos profissionais que atuam no setor de turismo da cidade de Salvador e, consequentemente, com a qualidade do serviço prestado aos turistas e visitantes, assegurando a prática do “receber bem e servir com excelência”.
Lista atualizada em 16/08/2021
Hospitalidade / Atendimento ao Cliente
(*) A competência de Hospitalidade para profissionais operacionais consiste, principalmente, em receber bem, acolher com satisfação e servir com excelência aos usuários dos serviços prestados, para recebê-los mais e sempre.
Caixa
(*) O caixa que atua em estabelecimentos do setor de turismo ocupa-se, principalmente, do cálculo, recebimento e registro dos diversos tipos de pagamento de valores, verificação de documentos e assinaturas, empenho em assegurar a regularidade da transação financeira, emissão de comprovante fiscal e realização do fechamento da movimentação financeira.
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ANA CLEUBER X.S. DE JESUS |
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CARLA SANTANA DE JESUS |
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CRISTINA CERQUEIRA MALAFAIA |
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JADSON DOS SANTOS FERREIRA |
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JAMILE SANTOS FERREIRA |
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JENIFER LETÍCIA OLIVE3RIA CONCEIÇÃO |
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GEISA SANTIAGO MOREIRA DE ARAÚJO |
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PAULA OLIVEIRA DE ANDRADE |
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MARIA VITÓRIA FERREIRA CONCEIÇÃO |
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LUCIANA CUNHA S. DOS SANTOS |
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NICOLE AMARAL BISPO |
Cálculos matemáticos
(*) a habilidade de cálculos simples, inclui, mas não se limita a verificação precisa de cálculos, correção de registros eletrônicos e impressos.
Manipulador de Alimentos
(*) A competência Manipulador que atua em estabelecimentos de alimentação é manipular os alimentos e bebidas de forma a prevenir efeitos adversos à saúde do consumidor.
Garçom polivalente
(*) O garçom que atua em função polivalente ocupa-se, principalmente, da recepção e acolhimento ao cliente, do serviço de alimentos e bebidas e dos cuidados com a arrumação do ponto de venda ou serviço.
Leitura Escrita
(*) a habilidade Leitura Escrita, compreende a capacidade de anotação de comunicação oral e corporal simples, de forma sintética e com caligrafia legível, para anotação de pedidos e preenchimento de formulários.
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Nome |
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ALINETE ROCHA SOUSA |
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AMANDA LIMA SANTOS |
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ANA MARIA MACIEL DE JESUS |
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CALIANE SOUSA DE LIMA SANTANA |
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FLAVIA PARDINHO BISET BRITO |
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IVANICE GUEDES NERI DE JESUS |
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KAILANE SANTOS DE JESUS |
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LARISSA APOLINIO DOS SANTOS |
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LARISSA SANTOS MENEZES |
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LUCIA CRISTINA DOS SANTOS NASCIMENTO |
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PLICIA DA SILVA SENA |
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RAFAELA DA SILVA MATIAS |
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REGINA PARDINHO BISET DOS SANTOS |
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RESIVÂNIA DE JESUS CARDOSO ESTRELA |
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UELMA DE SOUZA SANTOS SENA |
Camareira
(*) A camareira ou o arrumador que atua em meios de hospedagem ocupa-se, principalmente, da limpeza, higienização e arrumação das unidades habitacionais e áreas sociais, inspeção de check out, reposição e controle de material, atendimento de pedidos e reclamações.
Primeiros Socorros
(*) A habilidade – Primeiro Socorros – conhecimentos básicos trata dos procedimentos a serem adotados em emergências, tais como mau súbito, lesões, traumas, etc.
Cozinheiro
(*) O cozinheiro que atua em função polivalente ocupa-se, principalmente, da execução de receitas, compreendendo os processos de elaboração, preparação, montagem e apresentação de saladas, pratos quentes e frios, guarnições, fundos, molhos e sobremesas
A prefeitura de Salvador vai realizar um censo socioeconômico para levantar informações sobre as baianas de acarajé que trabalham na cidade e nas ilhas soteropolitanas. A política integra o Plano de Desenvolvimento do Turismo Étnico Afro de Salvador e deve nortear ações do município para esse segmento, incluindo pequenos reparos e intervenções necessárias nos pontos de venda.
Segundo o secretário municipal de Cultura e Turismo, Fábio Mota, o estudo visa descobrir quais “as dificuldades e necessidades a fim de melhorar seus pontos de venda em logradouros públicos, garantindo maiores ganhos financeiros, contribuindo, ainda, com a melhoria da imagem do turismo de Salvador”.
De acordo com a Secult, esta é a primeira vez que a gestão toca uma iniciativa neste sentido. “É uma ação inovadora”, apontou Fábio Motta. “Por este motivo estamos fazendo este trabalho de mapeamento e conhecimento do quantitativo e realidades dessas baianas, para posteriormente executar as ações necessárias”, acrescentou.
Desde a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as baianas – assim como outros profissionais do comércio ambulante da capital baiana – foram diretamente atingidas pelos impactos da crise sanitária. Representante da categoria, a Associação Nacional das Baianas de Aracajé (ABAM) chegou a lançar, em agosto do ano passado. uma campanha virtual para arrecadar doações e ajudar financeiramente algumas trabalhadoras. Na época, a presidente da associação afirmou que 35% das baianas não estavam trabalhando.
Sobre as dificuldades que as profissionais sofrem desde o início do período pandêmico, Mota disse que foram distribuídas 120 cestas básicas para as que estavam cadastradas junto à ABAM e que não foram contempladas pelo programa municipal “Salvador por Todos”.
Além das baianas de acarajé, o Plano de Desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro de Salvador inclui outros segmentos, como capoeiristas, artistas, músicos, trançadeiras, turbanteiras, representantes de blocos afros, de terreiros de religiões de matriz afrobrasileira, igreja católica e empresários.
“Para a implementação do plano serão investidos R$ 14,9 milhões provenientes de recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Prodetur. A proposta vai beneficiar toda a cadeia que faz o turismo étnico-afro na cidade através de capacitação, qualificação, articulação de rodadas de negócios e projeção da cidade aos principais mercados emissores nacionais e internacionais”, finalizou o titular da pasta municipal de Cultura e Turismo.
Com abertura dos envelopes com as propostas marcada inicialmente para esta segunda-feira (26), a licitação para escolher a empresa responsável pelo censo socioeconômico ainda está indefinida em razão de impugnação ao edital. Uma nova data será marcada pela prefeitura.
Foto: Associação Nacional das Baianas de Acarajé
As obras de requalificação do trecho de orla que vai de Stella Maris a Ipitanga, além da terceira etapa do Farol de Itapuã, foram foco de vistoria geral realizada nesta segunda-feira (5). O prefeito Bruno Reis esteve presente na ocasião, acompanhado da vice-prefeita e secretária de Governo (Segov), Ana Paula Matos, e gestores municipais envolvidos nas intervenções.
Para o prefeito, as obras de requalificação vão ajudar Salvador a sair na frente na retomada econômica da cidade, principalmente na área de turismo, no pós-pandemia de Covid-19.
“Em Stella Maris, Ipitanga e Praia do Flamengo são cerca de 5km de trecho de orla onde estão sendo implantados piso intertravado, iluminação em LED, novo passeio e equipamentos de lazer, deixando essa área ainda mais bonita para quem mora aqui e para recebe”, disse Bruno Reis.
O investimento da Prefeitura nesta área é de R$40 milhões e a maioria dos recursos é proveniente do Programa Regional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur).
O projeto foi elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), com coordenação e execução da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult).
De acordo com a Prefeitura, a requalificação de Stella Maris a Ipitanga prevê a mínima interferência na morfologia natural da área. A intenção é garantir a acessibilidade às áreas públicas e às praias, além do respeito ao meio ambiente e preservação das dunas do local. Os trabalhos devem ser finalizados no início do próximo semestre.
A obra também contempla a implantação de urbanização, infraestrutura urbana, iluminação pública e equipamentos urbanos, requalificação ambiental e tratamento paisagístico ao longo da área de intervenção. Em alguns trechos, o acesso por veículos se dará até bolsões de estacionamento que serão otimizados e ampliados, com pavimentação em blocos intertravados que possuem permeabilidade e geram menor impacto ao meio ambiente.
As intervenções urbanísticas no local envolvem a construção de quadras de futebol, de vôlei e poliesportiva, pistas de patins e de skate, espaços de convivência, espaço para ioga, parques infantis, centro de apoio ao surfista, sanitários públicos, quiosques e módulos de apoio aos salva-vidas, dentre outros. O projeto também prevê ciclovias segregadas para bicicletas, vias exclusivas de veículos e passeios para pedestres, além de trechos compartilhados e trilhas.
Foto: Valter Pontes